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2018-03-01 · Política

Múltiplas investigações demonstram a trajetória de incumprimento da FEMA

A 1 de março de 2018, o Centro de Periodismo Investigativo (CPI) documentou um padrão da FEMA: autorizar gastos e depois negar reembolsos ou exigir devoluções, segundo uma auditoria OIG de 2016 (58 relatórios) e uma investigação da AP em 2017.

Para 2009–2015, a OIG questionou 15% dos fundos auditados: a FEMA teve de recuperar $1,064 million de $10,900 million avaliados. Em FY2016, $155.6 million (23%) de $686 million auditados foram custos questionáveis. Apesar de recomendações, a FEMA autorizou $85.7 million de fundos questionados nessas 58 auditorias; 96% eram contratos que a OIG desautorizou. Onze contratos por $86.2 million foram adjudicados sem seguir regras federais (ex. Cimarron Electric em Oklahoma: de $52.2 million só se justificava $1 million).

O CPI situou o padrão no contexto de Irma/María: Trump declarou a FEMA com a última palavra sobre fundos de reconstrução; COR3 (Omar Marrero) desembolsaria após aprovação de Myke Byrne; quatro meses após o anúncio, a FEMA ainda não tinha entregue o guia do processo (Carlos Mercader, AAFA). Em dezembro a OIG alertou por Harvey/Irma/María ante falhas recorrentes.

Autorizar não é desembolsar. Custo questionável OIG não é roubo adjudicado em sentença.