Borinquen Made

Voltar às Notícias

2018-04-26 · Economia

Culebra: $2.3 million em aluguer enquanto a central de emergência dorme

A 26 de abril de 2018, Istra Pacheco reportou para o CPI que em Culebra um projeto de geração de emergência — três turbinas com capacidade de 6 MW, suficiente para a ilha município e, de sobra, para Vieques — levava quatro anos detido com menos de 10% da obra pendente, a passos da câmara, enquanto a Autoridade de Energia Elétrica (AEE) seguia a pagar um gerador alugado que se danifica e não está feito para uso intensivo.

Desde 2011, a AEE arrenda a Rimco um gerador alterno a $27,000 mensais — o que em média ganha anualmente um professor do sistema público, anota o CPI —. O acordo original contemplava $270,000 em 10 meses. Como a obra continua inconclusa, em pouco mais de sete anos a corporação já tinha desembolsado $2.3 million. Engenheiros consultados entendem que, com o avançado do projeto, as turbinas poderiam ligar-se com um transformador da AEE e cortar esse gasto.

A paralisação ancora-se num litígio desde 2014 entre Masterlink (construtora), Mapfre e a AEE. Após o Title III, a AEE pediu ao TPI paralizar o caso; a juíza Aida Oquendo concedeu-o. A controvérsia passou ao processo federal enquanto se acumulam dívidas. Em nota escrita, a AEE disse que a 11 de janeiro de 2018 se discutiu um procurement para terminar no verão de 2018.

Após María, ~1,800 culebrenses tiveram ~12 horas de luz quando ligaram o gerador; sem diesel, nem isso. A única estação de bombagem de águas sujas depende de eletricidade. Desembolso de aluguer e litígio não são, por si só, roubo adjudicado.