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1901-05-27

Downes v. Bidwell, 1901

Downes v. Bidwell, 182 U.S. 244, resolvido em 27 de maio de 1901, é um caso tarifário que se tornou um caso de status. Samuel Downes importou laranjas de Porto Rico para Nova York. O coletor, George Bidwell, cobrou um direito sob Foraker. Downes disse que a ilha era parte dos Estados Unidos, então a cláusula de uniformidade vedava um direito especial. O Supremo Tribunal não concordou. Porto Rico era anejo aos Estados Unidos e não estava incorporado a eles.

Unincorporated territory, território não incorporado, é a frase que ficou. Significa que o Congresso governa a ilha sob a Territory Clause sem que a Constituição se aplique por sua própria força em sua totalidade. Algumas disposições constitucionais seguem a bandeira; outras esperam o Congresso ou a incorporação. O Tribunal não inventou um folheto de viagem. Inventou, ou ao menos nomeou, um padrão de posse jurídica. Os direitos de Foraker foram mantidos. A ilha estava dentro da soberania estadunidense e fora do conjunto de lugares onde as cláusulas de receitas funcionam como num estado.

Este é um dos Insular Cases, um racimo de decisões posteriores a 1898 sobre Porto Rico, as Filipinas e outras possessões novas. A Wikipedia é um localizador do nome do racimo. A citação aqui é a opinião. Lições posteriores, sobretudo Balzac em 1922, aplicarão a mesma lógica a um julgamento com júri. Não pule de Downes para o Estado Libre Asociado e chame o direito de resolvido. O holding de 1901 continua sendo o piso sob Sanchez Valle e sob os argumentos de PROMESA sobre o que o Congresso pode fazer.

Uma leitura plana: o Tribunal permitiu ao Congresso governar Porto Rico como uma possessão que não era um estado e não era estrangeira no sentido ordinário. As pessoas nascidas lá não eram, em 1901, cidadãs dos Estados Unidos. As mercadorias de lá podiam ser tributadas de outro modo. A palavra colônia é política. A palavra jurídica que o Tribunal usou é territory, e o adjetivo é unincorporated. Este diário usa a palavra jurídica e depois diz o que ela faz.

A linha de honestidade é a rubrica e a data. Downes v. Bidwell, 182 U.S. 244 (1901). Território não incorporado. Não um estado. Não estrangeiro. Não um convênio. Se um político posterior diz que a Constituição sempre se aplicou por completo, este caso é o documento que é preciso abrir. Se um político posterior diz que o Congresso não tem poder, este caso também é o documento que é preciso abrir. O resto do tabuleiro é o que o Congresso e o Tribunal fizeram com esse poder.

Fontes: Downes v. Bidwell, 182 U.S. 244 (1901); Ensayo de historia de la Cámara, era Foraker y los Insular Cases. Congelado 2026-08-22.