2018-07-01
Depois de María, Flórida
Um ano depois de María, a American Community Survey e a Puerto Rico Community Survey da Census Bureau registraram uma alta aguda de mudanças da ilha ao continente. Umas 133.500 pessoas se mudaram, alta 36,9 por cento desde 97.500 no ano anterior. A estimativa de população ao estilo ACS da ilha caiu de uns 3.337.000 em 2017 a uns 3.195.000 em 2018. Essas são estimativas de pesquisa, datadas, não as contagens decenais.
Relato do Censo, 2019, usando ACS e PRCS de 2017 e 2018. Um terço de quem se mudou ao continente foi para a Flórida.
Um terço, 33,5 por cento, desses que se mudaram ao continente foi para a Flórida. Mais da metade de todos os que se mudaram foi para o Sul, mais de um quarto para o Nordeste. A Flórida já vinha subindo como destino antes do furacão. A tempestade empinou um caminho; não inventou Orlando. As secretarias escolares e os aeroportos do centro da Flórida viram o pico primeiro. Estudos posteriores recortaram algumas das primeiras conjeturas de celulares e centros de boas-vindas.
A migração de retorno foi real. Os dados de passageiros aéreos mostraram um pulso grande de saída no final de 2017 e um pulso de retorno no início de 2018. A perda neta é menor que as partidas brutas. Qualquer frase que trate cada bilhete para Orlando como uma subtração permanente de censo é publicidade, não ACS.
Isto não é a migração de meados do século para Nova York recontada. Os destinos se moveram. O status legal não: cidadãos que se movem dentro da área aduaneira. Moradia, escolas e licenças na Flórida são sistemas do continente que recebem uma descarga de ilha. A ilha que deixaram ainda tinha uma rede quebrada e uma contagem de mortos em disputa, ambos os quais pertencem a outras páginas.
Não reutilize os 11,8 por cento decenais aqui como se fosse uma estatística da Flórida. Produtos distintos, anos distintos.
Imprima os que se mudaram do ACS, a parte da Flórida e a data do relato da Bureau. Se uma estimativa estadual posterior discrepia, date essa também. Esta página está congelada à ronda de pesquisa de 2018 que primeiro mediu o ano posterior à tempestade na linguagem de domicílios da Bureau. Orlando e Osceola já estavam no mapa familiar; o furacão adiantou os bilhetes, não fez novo o destino.
Fontes: U.S. Census Bureau, relato de emigración de Puerto Rico (ACS / PRCS 2017-2018). Congelado 2026-08-22.