2026-08-24 · Economia
Em Guayanilla flutua 69 por cento do café; colher sai a 20 e o piso é 18
Em 24 de agosto de 2026, Primera Hora visita a Finca Roig no bairro Jagua Pasto, de Guayanilla, e cita José Luis Roig Franceschini: me levará o demônio se sigo colhendo café assim. Segundo as análises que fez do grão pronto para colher, nos está flutuando 69 por cento. Flutua porque não tem peso, por desidratação ou pela broca. Em outros anos, disse, o café vão pode ser um 4 ou um 5 por cento por natureza. Deitou uns 100 grãos a um balde; a imensa maioria flutuou; só quatro ficaram no fundo. Essas cifras são dele, publicadas por Primera Hora. Não são um censo agrícola da ilha.
A fazenda se fundou em 1876. É a quarta geração à frente de 540 cuerdas, 45 de café, uns 100,000 arbustos. Cento e três cuerdas de pasto; o resto em conservação, com uns sete mananciais. Após o furacão María se perderam 150 cuerdas de café; houve que ressembrar e esperar três anos. Este ano os arbustos deram cinco floradas, coisa que não é usual. Esperava 400 quintais. Faz dois meses que não chove na fazenda. Marcou 96 graus Fahrenheit e índices de calor de 126. O café sob sombra de Guaba, Moca, Guamá e Capá Prieto igual se danificou. Os 31 por cento que não flutuam irão a Café Roig; dos 69 que flutuam tentará sacar segunda. Secar esse grão, disse, passa de uns quatro dias a quase 12.
O café se mede por almud, umas 28 libras. Colher um almud lhe custa uns 20 dólares: paga 11.62 a hora. O preço fixo que os agricultores reclamaram que se aumente é de 18. Não é custo-eficiente, disse, mas não quer ver 700 ou 800 almudes perderem-se. Mediou que de 400 almudes projetados, uns 276 seriam danificados: uns 15 quintais arruinados, perda aproximada de 18,000 dólares. Lhe restam quatro meses de colheita. Necessita uns quatro bons aguaceiros. As projeções, segundo a peça, indicam que a seca pudesse estender-se até finais de ano.
Em 16 de agosto, Primera Hora cobriu Agricultura favorecendo subir o preço do café, com um piso de fazenda de 18 dólares o almud rumo a 20, e a ilha colhendo uns 34,000 de 300,000 quintais que consome. Essa é outra nota, outra URL. Esta do dia 24 não a reescreve. Põe uma fazenda, um 69 por cento e um 20 contra 18. Em 6 de agosto, El Nuevo Día havia citado um informe não oficial de café em menos 69 por cento. Primera Hora, no dia 24, chega a 69 por cento flutuando em um balde de Guayanilla. Não se declara que seja o mesmo 69. Nomeiam-se as duas saídas.
Ficam 11.62 a hora, 20 o almud de custo, 18 de piso, 18,000 dólares de perda estimada e os 69 por cento. O leitor que quiser as cadernetas da fazenda tem a URL de Primera Hora ao pé. Não é reportagem original.
Fonte: Primera Hora. https://www.primerahora.com/noticias/puerto-rico/notas/lamento-en-la-siembra-me-llevara-el-demonio-si-sigo-recogiendo-cafe-asi/