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2026-08-25 · Economia

Cresce o superávit comercial, mas por uma queda nas importações

Em 25 de agosto de 2026, NotiCel publica as cifras de comércio exterior do Instituto de Estatísticas para o ano fiscal 2026. Segundo esse instituto, as exportações somaram 59.706.839.226 dólares e as importações 52.931.763.234 dólares. A balança comercial ficou em 6.775.075.992 dólares, uma alta de 55,61 por cento frente aos 4.353.983.618 dólares do ano fiscal 2025. O título do veículo adianta a leitura: o superávit cresce, mas por uma queda nas importações.

O mesmo Instituto, nessa nota, põe as exportações 1,61 por cento mais baixas e as importações 6,03 por cento mais baixas, uma redução de 3.396 milhões de dólares em compras ao exterior. Os Estados Unidos absorvem 80,0 por cento das exportações, 47.785 milhões de dólares. Essas magnitudes são do Instituto via NotiCel.

Um dia antes, em 24 de agosto, El Nuevo Día relatou outra camada, dita por La Fortaleza ao anunciar a turnê a Nova York: exportações de mais de 53,9 bilhões de dólares frente a importações de 48,5 bilhões. Em 21 de agosto, também em El Nuevo Día, a governadora Jenniffer González Colón na ExpoCom citou um superávit de 5.400 milhões de dólares, com 53.900 milhões frente a 48.500 milhões. Nesse mesmo texto da ExpoCom, o Instituto põe as exportações de 2025 em 62.435 milhões de dólares e o superávit em 7.402 milhões. Três saídas, três camadas. Não se faz a média. Não se escolhe um vencedor.

A nota da NotiCel não converte a queda de importações em um juízo sobre recessão, emprego ou consumo. Diz o que o Instituto mediu para o ano fiscal 2026 e compara com o ano fiscal 2025. O superávit mais alto convive, no mesmo parágrafo estatístico, com exportações e importações em baixa. Essa coexistência é o ponto do título.

Fonte: NotiCel. https://noticel.com/noticias/20260825/crece-el-superavit-comercial-pero-gracias-a-una-caida-en-las-importaciones/