2026-08-22 · Economia
Sobe o emprego e também o desemprego em julho
Em 22 de agosto de 2026, NotiCel publica as cifras de julho do Departamento do Trabalho. O desemprego ajustado ficou em 6,0 por cento: era 5,8 em junho e 5,6 em julho de 2025. Há 75.000 desempregados. O grupo trabalhador soma 1.245.000 pessoas e os empregados, 1.171.000. A participação não ajustada é 46 por cento. O emprego assalariado não agrícola, 957.900. Todas essas magnitudes são do Departamento via NotiCel.
O título sustenta as duas direções ao mesmo tempo: sobe o emprego e também o desemprego. Mais gente no grupo trabalhador pode alçar a taxa embora haja mais pessoas trabalhando. Essa leitura é a do veículo, não um modelo desta revista.
Outras saídas, em outras datas, publicam o emprego com outras cifras. Em 21 de agosto, El Nuevo Día, desde a ExpoCom, atribuiu à governadora Jenniffer González Colón uma força laboral de 1,2 milhão. Em 24 de agosto, o mesmo jornal reproduziu La Fortaleza com participação laboral de 44,6 por cento, a mais alta em 16 anos. Em junho, La Fortaleza, no próprio sítio, havia posto o emprego de março em 1,1 milhão, o mais alto desde 2008. Julho do Trabalho, o 1,2 milhão da ExpoCom e o 1,1 milhão de março não se fazem média. São nomeados.
Os 957.900 assalariados não agrícolas não são o mesmo universo que os 1.171.000 empregados da pesquisa domiciliar. NotiCel os publica juntos e não os subtrai. Tampouco se usa os 6,0 por cento para declarar recessão. Em 14 de agosto, El Vocero cobriu o Índice de Atividade Econômica com outra briga, entre economistas, sobre se há recessão. Essa é outra nota e outro indicador.
O que o Departamento não pôs nesta saída não se inventa: nem um desdobramento por município, nem uma contagem de empregos da OE-2025-012 dentro dos 1.171.000. Os 5.069 empregos que La Fortaleza e o DDEC citam em outras notas são outra série. Julho é julho. A fonte é NotiCel e o Departamento do Trabalho.
Fonte: NotiCel. https://noticel.com/ultima-hora/20260822/aumento-dramatico-en-el-numero-de-personas-trabajando-pero-crece-el-desempleo/