2026-08-04 · Política
David A. Skeel Jr. publica o primeiro relato interno da Junta
Em 4 de agosto de 2026, NotiCel cobre a saída de Promise Land, o livro no qual David A. Skeel Jr. oferece o primeiro relato interno da Junta de Supervisão Fiscal. O dek do veículo diz o que cobre: a PROMESA, a dívida central e a falência inconclusa da Autoridade de Energia Elétrica. Não é um relatório trimestral. É memória de um expresidente, filtrada por um veículo que a data.
David A. Skeel Jr., segundo NotiCel, lembra a primeira oferta aos bondistas: uma perda de até 40 por cento. A reestruturação final, 80 por cento. No primeiro ano, um corte de 17 milhões de dólares ao orçamento legislativo. Essas três cifras vivem nesta nota e se copiam como ele as põe. Não se convertem em uma taxa de recuperação de todos os credores nem em uma contagem de anos da PROMESA.
O aporte que David A. Skeel Jr. se atribui é ter impedido que o Fundo Geral pague aos bondistas da AEE. Critica que Jenniffer González Colón siga oferecendo isso. A frase vai entre aspas no recorte como crítica, não como um projeto de lei com número. Em 13 de agosto, El Nuevo Día porá a governadora falando do contrato de energia temporária e defendendo Osvaldo Carlo Linares; essa nota não é a resposta ao livro. Leem-se em semanas distintas.
Em 20 de agosto, NotiCel publica outro juízo sobre a Junta, este da sociedade civil: organizações chamam de década perdida os dez anos do ente, com um relatório que Espacios Abiertos cifra em 2.021 milhões em consultores e advogados, mais escolas fechadas e cortes à UPR. Essas cifras são do relatório, não de David A. Skeel Jr. Promise Land não se usa aqui para auditar A Década perdida, nem o contrário.
Em 29 de junho, a Junta certificou o orçamento FY2027 e Robert F. Mujica Jr. disse que era um passo, não a saída: faltam audits, Medicaid e educação. Os audits mais recentes, nessa nota do ente, são de FY2022. David A. Skeel Jr. escreve sobre uma falência da AEE que segue inconclusa. NotiCel data o livro. Esta revista não reconcilia os 40 e os 80 por cento com nenhuma tabela de créditos que o recorte não traz.
Fonte: NotiCel. https://noticel.com/en/economia/20260804/las-confesiones-de-un-expresidente-de-la-junta-de-control-fiscal/