2026-07-14 · Economia e política
A Junta diz não a alongar o feriado escolar do IVU
Em 14 de julho de 2026, Caribbean Business publica que a Junta de Supervisão Fiscal diz não a expandir os feriados escolares sem IVU. A carta é de 13 de julho. O projeto é o PC 272. O ente sustenta que viola o plano fiscal e que não está no orçamento do ano fiscal 2027. Não é um veto da governadora. É um não da Junta, datado pelo veículo.
O que o recorte quantifica é o alongamento: de 2 a 7 dias em janeiro e julho. O buraco, segundo a Junta, ronda 3,4 milhões de dólares ao ano e uns 16,7 milhões em cinco anos. A legislatura o havia aprovado em 22 de junho. Não se inventa a arrecadação diária do IVU nem o número de comércios. Copia-se o buraco como Caribbean Business o atribuiu à carta.
A mesma carta cita a Resolução Conjunta 6-2026: 554 milhões de dólares e cerca de um milhão de lares. Um mês depois, em 14 de agosto, a mesma Caribbean Business cobre outra carta de Robert F. Mujica Jr., esta sobre derrogar a crudita, e volta a aparecer a JR 6-2026 com 554 milhões. Dois usos da mesma rubrica de alívio, em dois debates distintos. Não se usa o feriado para tapar o buraco de 1,675 bilhão da crudita, nem o contrário.
Em 9 de agosto, Primera Hora lista nove vetos de Jenniffer González Colón. Entre eles está o PC 272, o mesmo que a Junta havia rejeitado em julho. Carta em julho, veto em agosto, duas firmas distintas. Esta revista não declara que o veto execute a carta, nem que a carta antecipe o veto. Nomeia as duas saídas.
O PC 272 não entra, segundo a Junta, no FY2027 que o ente certificou em 29 de junho como consolidado de 33,6 bilhões. Caribbean Business data o não. As cifras do buraco são as dessa carta. Não há aqui uma simulação própria de janeiro e julho.
Fonte: Caribbean Business. https://caribbean.business/oversight-board-says-no-to-expanding-back-to-school-tax-free-holidays/